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Notícias |
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30/04/2012 |
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Empossada nova Diretoria da UNIDAS-RJ
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Em Assembleia no último dia 27 de abril de 2012, foi eleita a nova Diretoria da Superintendência da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (UNIDAS) no Rio de Janeiro para o biênio 2012/2014.
A eleição se deu por meio de chapa única. Promulgado o resultado, os eleitos foram imediatamente empossados.
A nova Diretoria da UNIDAS-RJ tem como Superintendente Paulo M. Muradas da CASSI, e como Vice Superintendente Mário Kandelman, da FAPES/BNDES. A diretoria administrativa financeira fica a cargo de Waldemar da Silva Junior, do SAÚDE CAIXA, e a diretoria de Integração de Deborah de Castro Rocha, do PASA/VALE, o Diretor Técnico é Gustavo Ramos de Mattos, do PAME/EMBRATEL, na diretoria de Treinamento assume André Luiz Fernandes de Almeida, da NUCLEP, e a nova diretora de Comunicação é Andrea Alves Perrelli, da ELETROS.
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07/12/2010 - UNIDAS-RJ promove Forum |
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SUPERINTENDÊNCIA DA UNIDAS-RJ PROMOVE FÓRUM – GESTAO DE DOENÇAS CRÔNICAS e
ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE
A Superintendência do Rio de Janeiro realizou no dia 02 de Dezembro último o “FÓRUM – GESTAO DE DOENÇAS CRÔNICAS e ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE”, no auditório do Banco do Brasil, no centro do Rio. O Superintendente Paulo Muradas, deu as boas-vindas e agradeceu a presença de toda a Diretoria da Unidas-RJ, dos representantes das empresas filiadas e demais convidados. Paulo destacou a importância do fórum para a gestão dos planos, principalmente porque existe crescente aumento da população idosa do Rio de Janeiro e necessidade de se estabelecer ferramentas para gestão de cuidados desses participantes. Logo em seguida, o Superintendente passou a palavra a um dos palestrantes o Dr. Aluisio Gomes da Silva Junior, Sanitarista e Professor Associado do ISC-UFF que falou da “Gestão do Cuidado: Caminhos para mudança do Modelo Tecno-Assistencial”. O Dr. Eduardo Rocha, Nefrologista - Professor da UFRJ e Presidente da SONERJ discorreu acerca do “Gerenciamento da Doença Renal Crônica”. Já o tema “Otimizando Custos em Saúde com Cuidados Paliativos” foi abordado pelo Dr. Luiz Guilherme Soares, Especialista em Anestesiologia, Terapia da Dor e Cuidados Paliativos pela Universidade de Toronto, no Canadá. De acordo com o Dr. Luiz Guilherme, o objetivo dos cuidados paliativos é garantir a melhor qualidade de vida possível para pacientes e seus familiares, no final de sua vida. Ao final das apresentações houve um debate com os participantes e em seguida, a Diretoria Colegiada da UNIDAS-RJ, convidou a todos para um agradável coquetel de confraternização de final de Ano.
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14/09/2010 - Banco de dados inédito permite comparar preços de produtos para a saúde |
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Informações e preços sobre cerca de 300 produtos da área de cardiologia já estão disponíveis para consulta por gestores, profissionais de saúde e outros interessados. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou, nesta terça-feira (14), em parceria com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), um banco de dados inédito com os preços dos produtos para a saúde comercializados no país.
O objetivo da ferramenta é diminuir a assimetria de informações disponíveis nessa área. Além de dados de registro, será possível saber preços praticados no Brasil, no local de fabricação do produto e em mais dez países: Alemanha, Austrália, Canadá, Espanha, EUA, França, Itália, Japão , Portugal, e Reino Unido.
Cateteres, marcapassos e válvulas cardíacas são alguns dos produtos disponibilizados nessa primeira etapa do projeto. O intuito é que o banco seja atualizado constantemente e abranja outras seis áreas de produtos: ortopedia, análises clínicas, terapia renal substitutiva, oftalmologia, otorrinolaringologia e hemoterapia. Na próxima fase da ferramenta, prevista para entrar em funcionamento em 40 dias, também será possível comparar preços de produtos com similaridade de uso.
Segundo o diretor presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, essa é a primeira demonstração pública das informações de que a Agência dispõe. “Dar transparência a esse trabalho permite que os usuários possam questionar os critérios de preço adotados pelas empresas”, afirmou. “Esperamos que o projeto tenha uma repercussão ainda maior para a sociedade com a participação da ANS”, ressaltou.
A ANS irá repassar as informações do banco para as operadoras de planos de saúde, evitando assim aquisições com preços superiores aos praticados no mercado. Para o diretor-presidente da ANS, Maurício Ceschin, o acesso à informação é crucial para subsidiar a tomada de decisão na área da saúde. “Essa é uma parceria entre duas agências reguladoras em prol do cidadão”, completou.
Metodologia
As informações do banco de dados foram coletadas a partir de diversas fontes: dados da Anvisa (RDC 185/2006), de revistas especializadas, pesquisa da empresa especializada em auditoria médica, dados provenientes de duas operadoras de saúde e pesquisa de mercado realizada nos Estados Unidos e Japão.
Desde 2006, com a publicação da RDC 185, os fabricantes de produtos para a saúde devem enviar à Anvisa informações econômicas, como preços praticados no Brasil e em mais dez países. As empresas que descumprem a determinação podem ter seus produtos suspensos.
Confira exemplo de informação gerada pelo Banco de Dados
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26/08/2010 - Instrução Normativa nº 43 |
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Instrução Normativa nº 43, de 20 de agosto de 2010, da Diretoria de Desenvolvimento Setorial – Define critérios para a assinatura dos beneficiários ou seus responsáveis, nas guias do padrão obrigatório para troca de informações em saúde suplementar – TISS |

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A IN estabelece que as operadoras de planos privados de assistência à saúde deverão solicitar assinatura do beneficiário ou do seu responsável, como comprovação do atendimento pelo prestador de serviço nos seguintes expedientes administrativos:
1. nas guias de consultas;
2. nas guias de solicitação e de realização do serviço profissional/serviço auxiliar de diagnóstico e terapia – SP/SADT; e
3. nas guias de solicitação de internação.
Nas guias de consulta e de tratamento odontológico a serem transacionadas eletronicamente, a assinatura ocorrerá exclusivamente na lista presencial que consta do anexo I da IN.
Nas guias de consulta e de tratamento odontológico a serem, excepcionalmente transacionadas em papel, a assinatura ocorrerá na própria guia de consulta.
Na guia de SP/SADT a ser utilizada eletronicamente para atendimento ambulatorial referente a consultas com procedimentos, a assinatura ocorrerá exclusivamente na lista presencial que consta do anexo I da IN.
Na guia de SP/SADT a ser utilizada eletronicamente para atendimento ambulatorial referentes a pequenas cirurgias, terapia e procedimentos de alta complexidade, a assinatura ocorrerá na própria guia de SP/SADT.
Na guia de SP/SADT a ser, excepcionalmente transacionada em papel, a assinatura ocorrerá na própria guia de SP/SADT.
No caso de internação do beneficiário, qualquer que seja a forma do envio do faturamento (eletrônico ou em papel), a assinatura ocorrerá somente na guia de solicitação de internação, devendo estar vinculados a ela, todos os laudos, anexos e conjunto de documentos que complementam a conta hospitalar.
Outras guias do padrão TISS não mencionadas nos parágrafos anteriores estão dispensadas da coleta da assinatura do beneficiário ou do seu responsável.
É de responsabilidade das operadoras fornecer à sua rede prestadora de serviços de saúde os formulários do TISS em papel.
Eventuais casos omissos deverão ser submetidos à DIDES, que decidirá acerca dos procedimentos a serem adotadas, sendo que a IN já está em vigor. |
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